segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Tá dificil

Eu sinceramente achei que seria diferente na segunda vez. Mas essa segunda gravidez tem alguns dos mesmos aspectos difíceis da primeira - e controlar o meu peso está sendo uma delas.

Eu ainda continuo em vantagem: engravidei com 3,5 kg a menos do que da outra vez. Então, no primeiro trimestre, eu tentei segurar a boca. Me imaginei ganhando "apenas" 12 kg. Programei o aplicativo do celular de controle de peso e estava indo até que bem. Meu ritmo inicial indicava que eu chegaria ao peso estabelecido em janeiro de 2015, ao invés de junho de 2014. Minhas calças seguiam largas nas coxas e as roupas de gestante ainda estavam muito largas.

Mas aí veio o Natal...


Sério... foram mais de 2 kg em cerca de 10 dias. Eu sei que não estou "engordando". Faz parte da gravidez ganhar peso. Mas eu sei depois como é difícil chegar aos 9 meses com muitos quilos a mais e depois como é difícil para perdê-los depois do parto.

É DIFÍCIL PRA CAR@L#O!!!


Mas não posso culpar só o Natal. O primeiro trimestre teve seu descontrole assumido e o resultado apareceu agora. Só foi bem nesse período em que eu atingi o auge: comia por tédio, porque estava incomodada com o calor. E nem sempre comia coisas tão gostosas assim.

De uma semana para outra perdi quase todas as minhas calças mais justas que, olha a ironia, alguns meses atrás estavam até largas e feias depois que eu tinha emagrecido em 2013.

Minha barriga espichou tanto que parece que eu tô grávida de 7 meses e não de 4 meses.

A minha ideia sempre foi controlar meu peso com exercícios físicos mas agora já não é mais possível contar com eles da maneira como eu fazia quando não estava grávida. É preciso focar na dieta, infelizmente. Não é algo que eu goste de fazer, mas comecei a fazer alterações no prato: trocar o pão branco por integral ou tapioca, aumentar a ingestão de frutas, cortar o doce, aderir ao iogurte com granola, tomar suco verde. Essas foram algumas das alterações iniciais. Mas não como só isso o tempo todo e no fim de semana eu saio mesmo dessa linha um pouco.

Eu quero e pretendo manter as caminhadas e aos poucos me soltar mais e caminhar mais. Quem sabe até uma hora por dia, 5x por semana? Já que correr não dá...

Eu só não quero, NÃO POSSO engordar 17 quilos de novo nem ficar com diabetes gestacional nessa gravidez.

Mas como eu já disse, é muito difícil ver a balança só aumentando. E é mesmo pra ser assim, esses números não vão diminuir, apenas vão aumentar. O que eu posso fazer é tentar controlar o ritmo desse aumento.

Mas tá difícil... e eu tô um pouco chateada.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Minha 1ª São Silvestre #SóQueNão

Lá por meados de 2013, durante meu processo de emagrecimento e quando estava pegando firme nos treinos de corrida, apostei com meu marido que se no dia do meu aniversário eu chegasse aos 50 kg, ele teria que correr a São Silvestre 2013 comigo.

No dia 29/09, eu estava com MENOS de 50 kg. Ganhei a aposta e ainda soube que uma grande amiga iria correr a São Silvestre também. Perfeito. As inscrições já estavam abertas com o preço salgado de R$ 125 e pensei comigo: só preciso esperar mais uma visita mensal para garantir a minha inscrição o quanto antes.

Mas a visita não veio e quem resolveu aparecer no nosso caminho foi a baby #2. No começo de outubro os planos da minha primeira São Silvestre tiveram que ser adiados - para felicidade do meu marido que logo veio com a desculpa de que não iria correr porque a aposta estipulava que "ele teria que correr comigo". E já que eu não ia mais correr...

No começo cheguei a pensar que, se eu mantivesse treinos fixos de trotes leves e caminhadas, eu conseguiria fazer a São Silvestre caminhando. Mas eles foram por água abaixo logo nas primeiras semanas de enjoos, mal estar e cansaço típicos do 1º trimestre de gestação.

Mas no dia 31/12 resolvi ir lá mesmo assim. Não para correr, claro, mas para fazer parte da festa. Queria até levar a Olivia, mas como ia sozinha pensei que não conseguiria cuidar dela no meio daquela multidão (sábia decisão).

O clima do lugar era o mais animado possível. Fiquei emocionada com a quantidade de gente envolvida naquela corrida. Não é só pelos corredores e toda a esperança, dedicação e empolgação deles, mas também pela animação das famílias, dos amigos, filhos dos corredores que foram acompanhar. Todo muito tentando ver os participantes passarem e depois, quando se reencontravam, se via que todo mundo estava muito orgulhoso, muito feliz por aquela pessoa ter completado a prova. No caminho para onde eu queria me posicionar, lá na Brigadeiro, vi muito disso. Meus olhos se encheram de lágrimas várias vezes.

Lá na Brigadeiro, foi outra emoção. Porque ali, era o final da parte mais difícil daquele desafio. A animação dos corredores era incrível. Todo mundo gritando de felicidade porque a subida tinha chegado ao fim e faltavam poucos metros para o final. Desejei muito passar por aquela sensação e mais uma vez prometi ali mesma que eu vou correr a São Silvestre, assim que eu puder, o quanto antes. Não sei se conseguirei fazer na próxima porque sou realista - a baby #2 terá apenas 7 meses e treinar com uma bebê pequena nesse período não será fácil, sem contar que eu quero amamentá-la e o exercício pesado pode afetar a amamentação.

Mas promessa é dívida e EU VOU CORRER A SÃO SILVESTRE ASSIM QUE EU PUDER.

Aqui fica um aparte o elogio à minha amiga "Cara", minha ídola quando se trata de determinação e dedicação a qualquer projeto - ela é A Cara.

Aha - uhu - a Paulista é nossa!

marquinha
O passeio terminou com um pouco de exercício leve. Voltamos para casa a pé, batendo papo e planejando mais corridas pela frente e pelo mundo. Sim, porque enquanto tem gente que vem do Brasil inteiro para essa corrida, nós ainda temos a vantagem de morar perto da Avenida Paulista (no meu caso, meus pais).

Desse dia feliz, só contei duas pequenas desvantagens: 1) na Paulista, conforme os corredores vão chegando, o que também impera além da alegria é o cheiro de cecê; 2) mesmo se você não vai correr, se preocupar como sol nunca é demais. E eu voltei com a marca dosutiã no ombro e parecendo a rena do nariz vermelho.


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Gestante em movimento

Depois da liberação da médica voltei aos exercícios, ainda que com um quê de preocupação. Sei que tem mães atletas que não abandonam a corrida na gravidez, mas essa é uma opção minha e recomendada para o meu caso pela minha obstetra. Sendo assim, o jeito foi pegar leve, naturalmente, até por que passei quase 2 meses sem me mexer muito, em parte por cautela em parte por pura exaustão física e mental (normais no primeiro trimestre).

Mas falando de movimento: testei na primeira semana musculação, caminhada, ioga e hidroginástica.

Na academia, falei para o professor: minha médica recomenda exercícios sentada, nada de peitorais, e obviamente nada de abdominal. Fiz 20 minutos de aquecimento na esteira (velocidade 5 km/h - vergonha pura mas é o que tem pra hoje). Passando aos exercícios me senti novamente envergonhada - cargas todas cortadas pela METADE! Até que o treino passou rápido mas fiquei realmente embaraçada com tanta leveza.

Depois foi a vez da ioga. O instrutor (que também está grávido) alterava alguns exercícios pra mim, especialmente quando você tem que flexionar o tronco sobre as pernas, comprimindo a barriga: mais vergonha - esse tipo de exercício que todo mundo faz com as pernas juntas, você gestante faz com as pernas escancaradas. Mas no geral achei muito relaxante e mesmo revigorante tanto para o corpo quanto para a mente. 

A hidro foi no sábado. Eu e dois senhores. A professora pediu para eu não fazer em ritmo rápido e também não me passou os abdominais. Foi bem mais agitado. Achei que em termos de aeróbico foi o que mais me lembrou da corrida, de ficar com a respiração mais agitada, mais ofegante. 

Gostei muito dos três e especialmente da variação dos temas. Mas não posso deixar de confessar que eu fico muito receosa. Falei para o médico do ultrassom que fiz naquela semana que estava preocupada e que minha barriga ficou um pouco dura. Eu chamei de tensão. Ele me falou pra ficar tranquila, que o corpo é sábio e que ele vai me avisar de algum problema na forma de DOR. Eu não senti dor, mas um pouco de tensão sim, aparentemente mais ligada à preocupação do que ao exercício em si.

Agora na folga de Natal pude sair para caminhar no parque. Me senti ótima. Em um dos dias, caminhei quase 6 km, em ritmo lento, claro, e fiquei bem. Mas no dia seguinte mal conseguia sair da cama - acho que foi uma mistura do exercício, dos excessos gastronômicos natalinos e do calor infernal do interior. Mesmo assim, não desisti e fui caminhar nos outros dias. 


Sei que não posso desistir. Afinal, cada vez mais fica clara a importância dos exercícios físicos na gravidez. Mas são muitas coisas a se adaptar: a diminuição das cargas e do ritmo, a balança que não pára de subir, o cansaço físico e psicológico que são muito maiores. É uma desprogramação de tudo o que você fazia antes e aprender a lidar com tudo isso (mesmo que pela segunda vez) não está sendo fácil - já diria a cantora Kátia. Mas vamos em frente que ainda faltam 5 meses e se Deus quiser tudo vai dar certo. A nenê vai vir saudável e a mamãe vai manter a forma. 



terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Powersong de Natal: Run,Run... Rudolph

Tá chegando o Natal e embora eu não esteja correndo temporariamente nada impede de sugerir uma powersong natalina para entrar no clima. Essa pérola eu descobri ano passado mas ela é bem mais antiga do que isso: bota aí a guitarra do Chuck Berry, nos idos de 1958, e você pode sair correndo com seu gorro do Papai Noel cantando Run, Run, Rudolph!

Rudolph é a rena do nariz vermelho que, conforme a letra da música, precisa acelerar o passo para que o Papai Noel não atrase a entrega dos presentes no Natal. 

Como outras músicas natalinas, essa também foi regravada por 372 artistas, mas a versão que está na minha playlist não poderia ser outra:



Quando eu voltar a correr, vou mentalizar Jon me esperando na linha de chegada vestindo um gorro de Papai Noel, pra dar aquela animada.

Ho Ho Ho

           


sábado, 14 de dezembro de 2013

Baby #2: vem aí mais uma gatinha

Tudo ia de vento em popa com a corrida e com o blog: treinos certinhos, provas de rua, blog crescendo com facebook, instagram e tudo mais, a balança marcando cada vez menos. Estava me sentindo mais magrinha do que nunca! Tirando a dor na lombar, eu já me via correndo a São Silvestre no fim do ano, como eu tinha prometido e ganhado a aposta do meu marido, que seria obrigado a correr comigo.

Aí começaram as inscrições para a São Silvestre... e eu estava atrasada. (Se é que vcs me entendem)

Na véspera do meu aniversário corri a Fila Night Race. Fiz meu melhor tempo nos 5k, mas ainda assim foi EXTREMAMENTE cansativo. Na semana seguinte o treino foi uma lástima, não havia fôlego nem forças pra correr meros 6 km.

E alguns dias depois, com exame caseiro feito, veio a explicação: BABY #2 ESTAVA A CAMINHO.

Fiquei muito feliz com a notícia, porque eu sempre tive a certeza de que queria dar um(a) irmã(o) para a minha filha. E por esse bem maior para a minha família, a corrida teria que dar vez para um outro momento dessa mãe de 32 anos.

Assim que tive a notícia pensei: não quero fazer como na primeira gravidez, quando parei completamente e ganhei 17 kg. Eu quero ser uma mãe ativa, não precisa ser obcecada com o fitness, mas uma mãe saudável. Correr mesmo não era mais uma opção - a minha obstetra não recomenda e eu aceito isso. Essa é uma opção que varia de mulher para mulher, de obstetra para obstetra. Mas eu já tinha decidido que correr seria impactante demais.

Decidi caminhar e fazer exercícios leves: nada contra grávidas FIT, mas eu quero ser apenas uma grávida SAUDÁVEL.

Mas tem uma coisa que toda grávida aprende: o primeiro trimestre é absolutamente exaustivo. Eu já tinha lido por aí que gerar um bebê é quase tão cansativo quanto correr uma maratona por dia. E mesmo não lembrando disso da primeira gravidez, realmente parece verdade. Simplesmente não há forças para nada. Entre os momentos em que não estava enjoada, com azia, trabalhando e cuidando da Olivia sobrava pouco tempo até para pensar em me mexer.

Foi bem nessa vibe que eu não corri a M5K, a corrida feminina patrocinada pelo McDonald's em 20 de outubro. Eu estava super a fim!! Até pedi pra minha obstetra que me liberou para fazer o percurso caminhando. Mas além do cansaço extremo, na véspera da corrida  a nenê passou a madrugada doente. Eu dormi só duas horas naquela noite. A camiseta com número de peito passou a noite arrumadinha em cima da mesa, mas não rolou. E realmente, daquele jeito, eu não teria conseguido nem me arrastar 2 km, que dirá caminhar 5 km?

Bom, o primeiro trimestre já foi. A notícia da chegada da minha futura corredora já foi revelada aos amigos e agora, como aval dos médicos, fui liberada para os exercícios. Como a exaustão extrema passou,chegou a hora de me mexer... devagar e sempre. Na minha primeira semana liberada já testei 3 modalidades gestante-friendly. Conto o resultado depois.



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Inspiração

Não é fácil correr, não é fácil manter uma rotina de treinos com todos os afazeres que a gente tem num dia que dura míseras 24 horas. Foi um pouco por isso que eu criei esse blog. Porque além de correr, pensar, conversar, refletir, falar de corrida são ações muito importantes pra me manter inspirada.

Eu uso várias técnicas pra manter o ritmo: cheguei a programar leituras na noite anterior aos treinos pra acordar bem disposta. As revistas de corrida ficam no criado-mudo preparadas para inspirar. Além disso, escrevo aqui, vejo fotos de outros corredores no instagram, me atualizo sobre produtos legais, preparo wishlists mentais (Nike Free Flyknit, Nike Free Flyknit!!), acompanho blogs, vídeos, o que for necessário para ter inspiração.

E aí que eu fiquei muito orgulhosa quando recebi feedbacks de amigas inspiradas por mim! Eu virei inspiração, veja só! Já fiz amiga largar o pote de sorvete e sair para correr, incentivei familiares, colegas e dividi powersongs com amigas.

Adorei servir de inspiração e motivação. Poucas vezes eu me imagino nessa posição. Mas quando vi essa frase, além de me sentir inspirada, percebi que ela é muito real. É de domínio público (da internet). E vale repetir.

Seja forte. Você nunca sabe quem está inspirando
E pra todo mundo fica o agradecimento: inspiração é uma via de mão dupla... se ela vai, ela volta \o/




quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O stress da fratura

Costumo ler o Run Ju Run, blog da Ju, corredora de BH e meio que acompanhei um período chato que ela está passando por não poder correr. Perguntei num comentário o motivo e ela até fez o post pra responder a essa dúvida que várias pessoas tinham. A coincidência é que a Ju teve uma fratura por stress, algo pelo qual eu também já passei e jamais tinha pensado que pudesse acontecer e que pudesse demorar tanto para passar.

Faz muito tempo, foi mais ou menos em dezembro de 2009. Eu estava super feliz correndo, participando de provas de 10 km e me inscrevi para a última etapa do Circuito Adidas daquele ano. Só que uns 20, 25 dias antes da prova eu senti uma dor na canela (eu falo canela mesmo).

Perguntei informalmente para um amigo professor de academia o que podia ser e ele sugeriu passar um cataflan e usar um pouco de salompas pra passar a dor, caso fosse um problema muscular. Eu segui o conselho dele e simplesmente continuei treinando. Treinei e fui até correr a prova de 10 k em dezembro.

Adereço: salompas na perna
(Abafa que eu era meio gordinha mesmo - meu old self)

A corrida não foi tão ruim. Senti a mesma dor do começo ao fim mas estava administrável e acabei a prova me sentindo bem, com aquela sensação de dever cumprido. E crente que a dor eventualmente iria passar.

Mas não passou.

Não conseguia mais correr e para caminhar estava doendo demais. Por umas duas semanas no trabalho eu vim lotada de salompas e mancava pra andar. Foi um saco, saco, saco.

Decidi ir no ortopedista. ele tirou um raio-x e viu alguma coisa ali, mas pediu uma ressonância magnética para ver melhor.


O resultado me chocou: aquilo era uma fratura por stress, meu osso estava lascado, rachadinho e aquilo causava uma dor enorme. O ortopedista foi taxativo: "você não pode correr" e ainda por cima tive que fazer mais de 20 sessões de fisioterapia para aliviar a dor.

Foi muito ruim porque eu descobri isso num período de férias, quando eu não tinha dinheiro para viajar e ia ficar o tempo todo em casa. Antes, eu tinha planejado passar as férias treinando, correndo na rua, e então o único programa grátis que eu poderia fazer foi por água abaixo. E o pior, eu só ia passar as férias comendo, comendo, comendo... iria engordar horrores.

Chorei muito com essa notícia e com tudo isso que eu pensei na hora. Fiquei muito chateada. Entendi que tudo aconteceu porque eu simplesmente saí correndo, sem preparo físico, sem fortalecimento muscular. Musculação, eu, imagina!? Eu achava um saco ter que usar os aparelhos da academia do prédio. Só ia lá, corria uma hora na esteira e voltava pra casa. Aí a tíbia escangalhou. My fault.

Um pequeno risquinho = um grande problema

Bom, parei com tudo, fiz a fisio e a volta à corrida demorou um pouco. Eu voltei a caminhar e ensaiei a corrida. Mas sempre ficava com uma "sensação" no lugar e com medo de me machucar de novo. Usava muito gelo no local. Tudo - tudo mesmo - demorou muito a passar. Mas passou. Confesso que não lembro muito desse período de 6 meses, mas um dia eu recomecei e hoje estou aqui.

Eu deveria ter aprendido a lição e seguido firme com a musculação, mas não fiz de novo e esse ano tive dores fortes na coluna, o que retardou e atrapalhou os treinos. Mas tenho fé que um dia vou ser 100% disciplinada e fazer tudo certinho (oi?!). Só sei que outra fratura dessa eu não quero ter nunca mais.

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